Contra a Lusa, time chegou a atuar com sete jogadores à frente. Edu Dracena até brinca: 'Assim, meu coração não aguenta'
Dracena orienta defesa durante jogo do Paulistão. Jogador diz que time, às vezes, fica vulnerável
Além de ter o melhor ataque do Paulistão, com 33 gols (ao lado do Santo André), o Santos também se destaca na defesa. O time sofreu 14 gols. Apenas Corinthians (com dez), Botafogo-SP e São Paulo (ambos com 12) têm defesas melhores. Mas ser zagueiro do Peixe não é moleza. Eles mesmos admitem isso. O Santos é um time ofensivo por vocação. Além de ter três atacantes (Robinho, André e Neymar), a equipe conta com Wesley no meio de campo, que é muito mais meia que volante. Arouca, único volante de ofício, também costuma sair para o jogo. Com isso, em certos momentos, a defesa fica sobrecarregada.
Contra a Portuguesa, no último domingo, o Peixe, atrás no placar, chegou a ficar com sete jogadores no ataque: Marquinhos, Wesley, Paulo Henrique Ganso, Madson, Neymar, Zé Eduardo e Robinho. O esquema camicase acabou dando certo e o time empatou.
- Quando um time é muito ofensivo, acaba ficando vulnerável. No fim da partida contra a Portuguesa, estávamos jogando num esquema 3-7. Então, quem fica lá atrás, tem de conversar muito e se posicionar bem para não levar gols - afirma o zagueiro Edu Dracena.
O defensor espera que essas formações ultra-ofensivas só sejam utilizadas em caso de emergência e que o time, mesmo com três atacantes, divida a responsabilidade na hora da marcação.
- Não dá para jogar sempre assim. Meu coração e meu físico não iriam aguentar - brincou o jogador, de 28 anos, um dos mais experientes do elenco.
O defensor santista afirma, por outro lado, que o Santos tem de ter uma postura ofensiva, precisa tomar a iniciativa.
- Time grande tem de jogar para a frente e buscar a vitória sempre.
Contra a Portuguesa, no último domingo, o Peixe, atrás no placar, chegou a ficar com sete jogadores no ataque: Marquinhos, Wesley, Paulo Henrique Ganso, Madson, Neymar, Zé Eduardo e Robinho. O esquema camicase acabou dando certo e o time empatou.
- Quando um time é muito ofensivo, acaba ficando vulnerável. No fim da partida contra a Portuguesa, estávamos jogando num esquema 3-7. Então, quem fica lá atrás, tem de conversar muito e se posicionar bem para não levar gols - afirma o zagueiro Edu Dracena.
O defensor espera que essas formações ultra-ofensivas só sejam utilizadas em caso de emergência e que o time, mesmo com três atacantes, divida a responsabilidade na hora da marcação.
- Não dá para jogar sempre assim. Meu coração e meu físico não iriam aguentar - brincou o jogador, de 28 anos, um dos mais experientes do elenco.
O defensor santista afirma, por outro lado, que o Santos tem de ter uma postura ofensiva, precisa tomar a iniciativa.
- Time grande tem de jogar para a frente e buscar a vitória sempre.
Fonte: Globo.com
Marivaldo Lima
Nenhum comentário:
Postar um comentário