terça-feira, 4 de maio de 2010

Para Kleber, vale até chutar a bola para fora do estádio pela vaga

Atacante do Cruzeiro brinca com o tamanho do estádio Parque Central

  Rodrigo Fuscaldi/GLOBOESPORTE.COM

Kleber dá entrevista em Montevidéu

O Cruzeiro não vai ter medo de jogar feio. Até chutão vale, e se for o caso, para fora do estádio. Nesta terça, o atacante Kleber disse que o time não pode 'tirar o pé' e tem que encarar os uruguaios sem medo da pressão no estádio, o acanhado Parque Central, com capacidade para apenas 20 mil torcedores. A Raposa encara o o Nacional-URU, nesta quarta, às 21h50m (de Brasília) pelas oitavas de final da Libertadores, em Montevidéu,

- O estádio é pequenininho, né? Dá para mandar a bola para fora. Mas tem que ser assim. Libertadores, apertou, tem que dar um bicudo para frente. Vamos tentar segurar a bola lá na frente, pois sabemos da importância que tem esse jogo. Então, vamos jogar sério mais uma vez.

O técnico Adilson Batista treinou exaustivamente a saída de bola, com muita velocidade, com os zagueiros Gil, Leonardo Silva e Thiago Heleno. Assim que assumiam a posse de bola, lançavam para algum jogador aberto no ataque. A força da marcação e a velocidade no contra-ataque são as principais armas do Cruzeiro. A intenção é marcar um gol logo para diminuir a pressão uruguaia. 

No primeiro jogo, semana passada em Minas, o Cruzeiro venceu por 3 a 1. Portanto, pode perder por até um gol de diferença que avança às quartas. Caso perca por 2 a 0, estará eliminado por ter levado um gol em casa. Derrota por dois gols com placar de 3 a 1 leva a decisão para os pênaltis. Caso consiga marcar dois gols, o time celeste só perde a vaga se levar cinco.

Fonte: Globo.com
Marivaldo Lima

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