O tempo é curto, a missão é complicada e só há uma alternativa: vencer. Em busca de mais um “milagre” para sua história, o Fluminense vai na base do tudo ou nada para encarar o Grêmio, nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Olímpico, em Porto Alegre, pelas quartas de final da Copa do Brasil. E quem toma frente da tática ousada é o próprio comandante Muricy Ramalho.
Conhecido por armar suas equipes com o foco na parte defensiva, como quando foi tricampeão brasileiro pelo São Paulo, o treinador assumiu o risco e mandará para campo no Rio Grande do Sul um Fluminense no 4-3-3.
- Ainda não tivemos muito tempo para trabalhar, infelizmente, mas precisamos fazer os gols e dessa maneira (4-3-3) o time fica mais adiantado. Vai ser diferente, é muito pouco para treinar, mas é mata-mata. Temos que arriscar. Depois, no Brasileirão, vamos ter mais tempo para trabalhar e vamos ser outro time.
Além de Adeílson, André Lima e Wellington Silva no ataque, Muricy escalou Conca e dois volantes que saem bastante para o jogo, Diguinho e Everton, no meio, e um apoiador, Marquinho, como ala-esquerdo.
Para que o time não fique vulnerável defensivamente, o comandante tricolor aposta na inteligência tática dos jogadores.
Conhecido por armar suas equipes com o foco na parte defensiva, como quando foi tricampeão brasileiro pelo São Paulo, o treinador assumiu o risco e mandará para campo no Rio Grande do Sul um Fluminense no 4-3-3.
- Ainda não tivemos muito tempo para trabalhar, infelizmente, mas precisamos fazer os gols e dessa maneira (4-3-3) o time fica mais adiantado. Vai ser diferente, é muito pouco para treinar, mas é mata-mata. Temos que arriscar. Depois, no Brasileirão, vamos ter mais tempo para trabalhar e vamos ser outro time.
Além de Adeílson, André Lima e Wellington Silva no ataque, Muricy escalou Conca e dois volantes que saem bastante para o jogo, Diguinho e Everton, no meio, e um apoiador, Marquinho, como ala-esquerdo.
Para que o time não fique vulnerável defensivamente, o comandante tricolor aposta na inteligência tática dos jogadores.
- Um time de futebol não pode jogar sempre da mesma maneira. Acaba se tornando previsível. É preciso ter essa segunda maneira, estar treinado para isso. Sem a bola, os jogadores vão ter que voltar para compor o setor defensivo um pouco. Isso é natural em qualquer esquema.
Derrotado por 3 a 2 na última semana, em pleno Maracanã, e com um jogador a mais, o Tricolor carioca precisa vencer por dois gols de diferença ou vitória simples a partir de 4 a 3 para encarar Atlético-MG ou Santos na semifinal da Copa do Brasil.
Derrotado por 3 a 2 na última semana, em pleno Maracanã, e com um jogador a mais, o Tricolor carioca precisa vencer por dois gols de diferença ou vitória simples a partir de 4 a 3 para encarar Atlético-MG ou Santos na semifinal da Copa do Brasil.
Fonte: Globo.com
MarivaldoLima
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